Psicoterapia

“EU FALO POR MIM, DE MIM, A MIM… E VOCÊ, FALA COM QUE BOCA?”

Não havia me dado conta de tanto tempo perdido. Não havia percebido o quanto sou um imbecil e, por vezes, um idiota, em insistir no que não devo insistir. Cair, por vezes, em joguinhos. Acontece. Não sou perfeito. Ninguém é. Nesse intervalo ou hiato de questionamento meu, não tenho dúvida que a perversa e macabra teoria de “Antonio Gramsci” (pesquise a respeito) realmente está sendo muito bem utilizada, há muito tempo, pelos perversos que se intitulam de esquerda (sem generalizações, obviamente) – que de esquerda não tem nada (só visam poder, dinheiro, corrupção).

Talvez eu tenha percebido e notado sim, mas apenas tinha visto e talvez não enxergado. Em suma, a sociedade está contaminada (estamos) pelo discurso implícito perversivo, onde o certo é questionado e o errado imposto, disfarçado pelo “politicamente correto”. Estamos dividios em cor, credo, ideologia, bolsas, cotas, dentre outros (e… sou a favor do auxílio ao menos favorecido, sempre! Mas contra quando diz respeito a usá-lo para interesses pessoais, que estão escancarados na corrupção que enche bolsos, enquanto milhares passam fome – muita fome – e não tem emprego – basta ler, ver, assistir). Essas divisões, esse desagregar são a “menina dos olhos” dos que pervertem a política a seu interesse pessoal e de seus companheiros, aliados, “amigos”.

Tão pervertida está a política que as pessoas discutem-na emocionalmente e, quando política é discutida assim, não é política. E são essas divisões que colocam e que colocaram uns contra os outros. Entretanto, não no meu caso. Como escrevi: falo por mim. Não tenho nada contra a sua escolha, seja ela qual for. Cuidado! Cuidado para não cair na armadilha da “guerra psicológica” que, pasmem, em 2018, é tão primitiva. Uma prova disso? Gente amiga, famílias, homens, mulheres, seja qual for seu gênero, brigam, discutem, ofendem-se, terminam amizades, findam compromissos, julgam-se, amaldiçoam-se e, enquanto isso, os corruptos que tomaram conta do poder, riem, enchem a barriga de melhores vinhos, melhores pratos, dentre outras coisas, enquanto eu (não posso falar por outrem) fico na imbecilidade de discutir o que não se discute, com quem não se discute.

Não há mais diálogo social porque não há mais respeito individual. Cada discussão leva a separar cada vez mais as pessoas. Não de minha parte. Pelo contrário. Acredito que o respeito e amor próprios conduzem a vida para o melhor dela e quem se respeita e se ama, ama o outro. Destare, tenho a livre escolha de escutar aquilo que quero, sem desrespeitar. Respeitar a escolha alheia, mas livre também para concordar ou não e, em não concordadndo, não tenho direito algum a crucificar ninguém.

Acredito que é muito importante é não desrespeitar o outro (claro que isso é consequência de meu respeito próprio). Caso esse outro não te respeite ou não me respeite, isso é problema dele e não meu. Importante é você não julgar o outro, caso o outro te julgue, o problema é dele. Não cabe a ninguém julgar ninguém. E assim por diante. No final das contas, como imbecil que concluí que sou, somos todos iguais, em tudo, sem diferenças.

Nascemos iguais, morreremos iguais, mas diferenças desnecessárias são criadas pelo homem e este tem dentro de si o mal e a decisão de escolher em utilizar o mal ou usar-se do bem, apesar que pelo caos social (desgovernos, corrupção, ausência do Estado, etc) muito se perdem e se desvirtuam pelo caminho, porque não há outra saída.

Nossa educação de base é falha, desumana, com professores nunca valorizados, escolas sucateadas e muitas dominadas pela violência e tráfico de drogas.

Estamos sem rumo e de rumo precisamos. Somos livres para escolher e devemos respeitar a escolha do outro, seja qual for (credo, sexualidade, ideologia, etc) e isso é básico e essencial para vivermos em sociedade. Ninguém tem nada a ver com o que o outro escolheu. Cuide cada um de sua vida. Opine a seu respeito. Posicione-se com “suas palavras” e não se esconda atrás de palavras de outros. Vivemos dias em que o honesto gera receio de não se-lo, talvez por isso tantos relacionamentos não progridem; vivemos tempos em que as virtudes se esvaziaram; tempos em que o amor está reduzido a um “oi” e “tchau” em redes sociais, como se pessoas fossem coisas (relacionamento virtual é virtual, e não existe); vivemos tempos em que as pessoas estão tão egoístas que inclusive delas se afastam, quem dirá do outro; vivemos tempos em que empatia, gentileza, boas maneiras, são ridicularizadas; vivemos tempos em que aquele que rouba, furta, mata, abusa, (de mulheres, crianças, homossexuais, negros, brancos, por exemplo) tem seus “direitos” sobrepostos à vítima e sua subjetividade (estando morta, alvejada, abusada ou outra situação), além de sobrepostos à família da vítima, tudo defendido perversamente pelo “politicamente correto”. PS: sugiro, despretensiosamente, que antes de qualquer coisa, pergunte a qualquer vítima (abuso, violência moral, física, furto, roubo…) como está a vida dela; pergunte à família da vítima como está a vida sem o ente amado presente ou presente numca cama para a vida toda).

Convenhamos que todos (eu e você) somos hipócritas, uns mais, outros menos e também cada um tem um pouco de corrupto, uma vez que não por acaso nossa “política” está do jeito que está (culpa minha e sua). Enfim, é tudo isso que nos afasta de nós mesmos, por consequência nos afasta das pessoas e, principalmente, de Deus!

E diante de tudo isso, eu e você temos o direito de escolher o que desejamos, desde que arquemos com a responsabilidade das consequências, sem joga-las para o outro, caso essas não estiverem nos planos. Não projete suas agruras nos outros. Critique-se! Não julgue alguém, nunca, nem mesmo a você .

No bojo de tudo isso, EU ESCOLHO as virtudes, a amizade, o amor, o rir, o aconchegar, o respeito, o acolher, a justiça igual a todos(sem pesos e sem medidas) e ao bem de todos. ESCOLHO a saúde, a educação, o respeito, a proteção (principalmente das crianças), a respeitar a escolha do outro. EU ESCOLHO NÃO não compactuar com corruptos, assassinos, ladrões, abusadores, violentadores, agressores, perversos e manipuladores e defensores desse perverso “politicamente correto” para quando convém. ESCOLHO não compactuar com quem deseja “invadir” lares, destruí-los com o desvirtuamento de crianças de sua pureza, de sua infância. ESCOLHO não compactuar com a destruição da família (seja ela tradicional, não tradicional, pois não importa se seja um lar de casais hetero ou homossexual, importa que seja constituído de amor). ESCOLHO não compactuar com quem estimula adolescentes a uso de drogas, em que buscam liberar o uso dessas, com o intuito perverso de controlar mais ainda as mentes vulneráveis de forma intencional e sórdida, criadas pelo não prover conhecimento (basta observar o analfabetismo funcional de hoje e educação básica já citada). Também ESCOLHO não compactuar com quem tem a finalidade de não priorizar a educação, e fazer disso instrumento para desvirtuar o respeito ao outro, quando o seu é efêmero. ESCOLHO por não compactuar com os que desrespeitam a propriedade privada (material e o corpo sagrado e mente do outro). Portanto, antes de qualquer coisa, sugiro que lembre-se que seus pais não te ensinaram a roubar, a matar, a zombar, a abusar, a ignorar. Acredito que não. Mas sim a valorizar o almoço em família, com amigos, o bom chimarrão, aquela boa cerveja com risos e, em especial, a liberdade de poder andar pela rua, sair, viver (essa “liberdade” está reduzida às cercas elétricas, aos muros, às grades e às diversas chaves para entrar na sua casa – olhe para seu molho de chaves-, casa esta que pode ser invadida, mas que você responderá na justiça se fizer algo a quem invadiu). ESCOLHO minha família, minha Pátria verde e amarela, meus amigos, meus colegas de trabalho, meus afilhados, meus alunos e seu futuro.

Sugiro, humildemente, refletir sobre o quanto você valoriza as diversas oportunidades pessoais que seus pais ou cuidadores, virtuosamente, preteriram a seu favor, por seu amor. Sugiro que você quantifique quanto tempo você desperdiça, preocupado com a escolha do outro. Cuide de você, da sua vida. Deixa a vida do outro com ele.

Desse modo, questiono: Quem está preso? Quem está livre? Quem pode? Quem não pode? Quem é o ladrão? Quem não é o ladrão? Quem é o corrupto? Quem não é o corrupto? Quem defende quem e por qual motivo? Quem se utiliza da vulnerabilidade social, pessoal? Quem? Quem é que odeia? Quem é que ama? Quem fez? Quem deixou de fazer? Por que deixou de fazer? Quem se alia? Quem se alia a quem? Que motivo se alia? Quem é quem? O que você escolhe? Quem você escolhe? Eu te ajudo: escolha você e por você, não seja escolhido e nem deixe ninguém escolher por você ou outros influenciá-lo. Seja livre. Deixe ser livre. Faça sua escolha. Mas respeite a do outro. Não imponha; escute. Não discuta; escute, respeite. Qualifique sua escolha. Não desqualifique a do outro, seja qual for. Exercite sua personalidade, fale o que acredita. São alguns questionamentos e pontuações que acredito que todo dia devemos nos fazer, antes de sairmos julgando este ou aquele. Pedras são fáceis de jogar. Importante é que não as joguemos. Isso é o mais importante. Com esse texto, encerro qualquer outra discussão sobre política por respeito a meus princípios e respeito ao outro e sua escolha.
E essa é a minha opinião. Essa é a minha escolha. E a sua? Seja qual for eu respeito. Brasil, acima de tudo! Deus acima de todos!Fiquem com Deus!

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